Présentation du blog / Presentazione del blog

« Questo blog nasce da una grande passione per la poesia e per i poeti di lingua portoghese. Qui troverete poesie e prose poetiche seguite dalla traduzione in italiano e francese ».

« Este blogue brota de uma grande paixão pela poesia e pelos poetas da língua portuguesa. Aqui vocês encontrarão poemas e prosas poéticas, acompanhados da sua tradução em italiano e francês ».

« Ce blog est né d'une grande passion pour la poésie et les poètes de langue portugaise et a pour vocation de vous les faire découvrir. Vous trouverez ici les poèmes, en vers ou en prose, de poètes de tous horizons, accompagnés de leur traduction en italien et en français ».


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A minha Geração


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A minha Geração
La mia generazione


A minha geração é de esperança,
de trabalho e esperança, e de canções difíceis.
A minha geração escreve poemas
com o mesmo suor que ao calceteiro
corre da fronte, quando martela a rua.

Não deveis enganar-vos: cada verso
tem um selo fraterno caminhando
para a branca cidade sob o sol
La mia generazione è di speranza,
di lavoro e speranza, e di canzoni difficili.
La mia generazione scrive poesie
con lo stesso sudore che all’operaio
scorre sulla fronte, quando martella la via.

Non dovete ingannarvi: ogni verso
ha un marchio fraterno che avanza
verso la bianca città sotto il sole.
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Frida Kahlo
Albero della speranza, mantieniti saldo (1946)
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AUTEUR SUIVI / AUTORE SEGUITO



Nuno Rocha Morais

Nuno Rocha Morais (Porto, 1973 – Luxemburgo, 2008) foi um poeta português. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Portugueses e Ingleses) na Faculdade de Letras da Universidade do Porto em 1995.

Morreste ao terceiro mês de tanta agonia...


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Morreste ao terceiro mês de tanta agonia...
Sei morta al terzo mese di tanta agonia...


Morreste ao terceiro mês de tanta agonia
E esta é a carne que sofre e não ressuscita.
Oxalá nas tuas pálpebras pese
O jaspe do sono eterno
E que nada, nem ciprestes,
Deuses, mármores, nada te ameace
Com a vida eterna.

Sei morta al terzo mese di tanta agonia
E questa è la carne che soffre e non risuscita.
Voglia il Cielo che sulle tue palpebre non gravi
Che il diaspro del sonno eterno
E che nulla, né cipressi,
Nè dei, né marmi, nulla ti minacci
Con la vita eterna.

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Vassily Polenov
Cimitero tra i cipressi (1897)
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Últimos Poemas (2009)

Ilustrações de Rasa Sakalaité




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